domingo, 20 de fevereiro de 2011

Primeiro clipe do Violator!

Após a longa espera, eis que sai o primeiro videoclipe dos caras! A música escolhida foi Futurephobia do último disco, Annihillation Process (2010).

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Stratovarius - Elysium (2011)


Após o criticado Polaris (2009), os finlandeses do Stratovarius lançam Elysium no inicio de 2011. O que demonstra, de certa forma, que o impacto das criticas realmente afetou o grupo e eles tiveram que se mexer para reconquistar os fãs. Contando Timo Kotipelto (vocal), Jens Johansson (teclado), Matias Kupiainen (guitarra), Jörg Michael (bateria) e Lauri Porra (baixo), a formação parece estar estável e entrosada, conseguindo lançar um disco que certamente apagará a má impressão que o seu antecesor deixou.
Devo dizer, antes de mais nada, que não acompanho muito a banda, pois não faz meu tipo de som, conheço apenas algumas músicas mais marcantes do grupo, porém devo dizer que este álbum me deixou realmente impressionado, e já está rodando no meu player a quase uma semana.
Darkest Hours abre o CD com alto estilo, Timo realmente tem uma voz potente e limpa, com alcançe impressionante. Esta música tem um belo refrão, para sair cantando mesmo, além de uma impecável performance de Matias, realmente um virtuose. Vale ressaltar que a guitarra se faz muito presente em todo o álbum, Matias afinou-a no que chamamos de “drop C”, deixando ainda mais vigoroso o som da banda. A dobra de teclado e guitarra é de deixar todos impressionados, técnica impar desses caras.
Under Flaming Skies inicia com um tom meio árabe. Repare o baixo potente de Lauri nesta faixa, ele executa partes intricadas junto com a guitarra com uma facilidade tremenda. Outra faixa com refrão marcante e um ritmo muito legal para agitar. Sem dúvida uma música forte para os shows da banda.
Infernal Maze tem um inicio muito interessante, com Timo cantando à capela, mostrando todo seu potencial e habilidade, no entanto, devo dizer que achei meio esquisita a voz dele nesta passagem, depois quando entra o teclado, Timo fica mais a vontade e faz um trabalho espetacular. Após uma pausa, vem uma parte forte e orquestrada, com belíssimo coro, esta passagem dá a deixa para a parte mais energética da música, parte esta muito legal. Tudo que já foi dito serve para esta faixa, Timo solta a voz com tudo nesta faixa, muito legal! Um dos solos mais legais do CD, tanto de guitarra como de teclado, há um duelo entre os dois, tudo regado a muita técnica e velocidade
Fairness Justified inicia só com voz e teclado, bem suave e bonito. Esta música é mais suave que as outras do álbum, um tipo de balada deles, muito bonita e bem construída, com a guitarra seguindo a melodia da linha vocal, que está de emocionar qualquer um. Embora seja uma música mais suave, o peso da guitarra continua presente e dá um toque totalmente especial nesta canção. Grande solo de Matias, que demonstra que não é bom só por tocar milhares de notas em poucos segundos, aqui ele abre mão de diversas técnicas para engrandecer seu solo, muito bonito e melódico.
The Game Never Ends retoma o pique mais agitado e pesado do álbum, o baixo pulsante de Lauri, combinado com o riff energético de Matias deixa tudo muito interessante. Jens utiliza um timbre muito peculiar no teclado, lembrando coisas de bandas como Emerson, Lake & Palmer. Ótimo refrão e solos, talvez o solo mais técnico de Jens neste álbum, arrasador! Jörg, que está impecavel neste trabalho, tem nessa música sua melhor performance, monstrando que não é apagado pelo time de estrelas que fica a sua frente no palco.
Lifetime in a Moment inicia com algo próximo a um canto gregoriano, deixando a música bem atmosférica, isto perdura por mais de um minuto, quando entra a guitarra e os demais instrumentos. Outra faixa com bastante peso, porém mais cadenciada. O baixo de Lauri mais uma vez fica em evidencia, apenas com a voz, teclado e bateria, que é intercalado pela guitarra. Timo interpreta esta música com muita emoção e poder vocal, surpreendendo mais uma vez. Embora seja boa, senti que esta música, perto das demais, não possui o mesmo poder, e tem refrão fraco se comparado com as outras também. O solo de Matias é simplesmente fantástico!
Move the Mountain é belíssima, violão e voz juntos dão em algo realmente especial. A música tem um toque de progressivo, pois vai crescendo até o seu final. Destacar os músicos aqui já fica mais do mesmo, entretanto, acho que nunca é de mais dizer que Timo tem um poder de emocionar com sua voz que é algo de outro mundo! Jens utiliza em seu solo, um timbre similar ao de Emerson, Lake & Palmer mais uma vez, sendo uma homenagem ou não, seu solo ficou bem parecido com o de Lucky Man, da banda citada acima.
Event Horizon serve para levantar os ânimos após duas músicas mais leves; essa daqui é puro speed. Destaque para a dobra tema entre teclado, baixo e guitarra, mais uma vez impressionante. Ótima música para bangear e até abrir rodas (nem sei se isso acontece nos shows deles). Delicie-se com as diversas dobras e duelos entre guitarra e teclado, tudo com muita técnica e senso melódico, não soando simplesmente um monte de notas rápidas.
Elysium é a última faixa do cd, e também a mais longa, com seus mais de dezoito minutos de duração. Em linhas gerais está música é a reunião dos traços das outras músicas do álbum, ou seja, peso, ótimo refrão, ótimos solos de guitarra e teclado, baixo na cara e Timo cantando magistralmente. Embora seja longa, a banda tem planos de tocá-la ao vivo; em entrevista, Timo disse que ela foi separada em três partes, sendo que ao menos uma dessas partes será tocada ao vivo. Esta diversificada canção deve ser apreciada com paciência, afinal não é nada fácil ouvir uma música tão comprida, felizmente eles fizeram-na de tal forma que você nem se dá conta de sua longa duração. Realmente uma das melhores deste álbum!
Como é possível perceber, este play da banda realmente me cativou e tenho certeza que fará o mesmo com os fãs e novos fãs que a banda poderá ter com este novo álbum. Sem dúvidas, melhor que o Polaris. Outro destaque, que de certa forma já é característica da banda, é a arte da capa, muito bem feita, uma verdadeira obra de arte.

Track List:

Darkest Hours
Under Flaming Skies
Infernal Maze
Fairness Justified
The Game Never Ends
Lifetime in a Moment
Move the Mountain
Event Horizon
Elysium


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Soulspell Metal Opera - Videoclipe

O Soulspell lançou o videoclipe da música Adrift presente no seu último álbum The Labyrinth Of Truths.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

WosloM - Time To Rise (2010)

Por Danilo


O Woslom vem como uma grande promessa do Thrash Metal paulista com seu debut Time To Rise (2010). A banda atualmente formada por Fernando Oster (bateria), Francisco Stanich (baixo), Rafael Iak (guitarra) e Silvano Aguileira (vocal e guitarra) demorou mais de 10 anos após sua formação para lançar um álbum de própria autoria, porém, segundo Stanich, “As coisas começaram a tomar um rumo mesmo a partir de 2007”.
A faixa-título, “Time To Rise”, abre com excelência a obra. A guitarra surge de forma crescente, executando um riff super empolgante, que logo é acompanhado pela banda toda. Silvano mostra sua poderosa voz, acompanhada por um instrumental mais “tranquilo”. Nessa faixa tem de tudo: partes para armar um Circle Pit e sair quebrando tudo e para bangear também. Rafael detona em seu solo, que por sinal é mais extenso do que eu esperava. Muito bom.
Soulless (S.O.T.D)” é uma música que desde o começo me fez pensar no Megadeth. Riffs de arrebentar bem na linha desses gigantes do Thrash Metal. Fernando mantém a música bem agitada. E tudo complementado pela voz rasgada de Silvano e pelos solos de Rafael. São mais de cinco minutos de pancadaria com um final típico de encerramento de show. Vale ressaltar que foi mais fácil perceber o baixo de timbre bem metálico nesta faixa.
Sem deixar a peteca cair, porém com ânimos mais acalmados, eis que vem “Power & Misery”, que não demora muito a ganhar o pique do Thrash. A faixa é recheada de riffs incríveis, que nos levam diretamente aos tempos do bom Thrash Old School. O solo mantém o clima proposto, apesar da curta aparição.
The Deep Null” começa com pancadas que se intercalam com partes de baixo. A tensão da música persiste até o momento em que apenas uma guitarra executa um riff enquanto a outra segura a microfonia. Depois da alavancada da guitarra, a música segue com bastante peso, do jeito certo para quebrar alguns pescoços. O eco ajuda na ambiência sombria da música. “The Deep Null” é uma ótima faixa. O Woslom caprichou na melodia e no clima da música.
Mortal Effect” é uma faixa mais curta. Tem uma abertura completamente diferente das faixas anteriores e fica mais fácil notar a presença do baixo. De modo geral, “Mortal Effect” é bem interessante, principalmente em sua sessão de solos. Porém fica apagada quando se compara às outras faixas.
Despise Your Pain” apresenta outra abertura progressiva, que começa somente com a guitarra e com o restante da banda apenas aplicando peso em determinadas partes do riff. O mesmo riff que inicia a música se repete na cantoria de Silvano. O solo dá a intenção de que seguirá prezando apenas melodia, mas logo começa o massacre e com técnica bem apurada.
A abertura de “Downfall” é uma das melhores do álbum. Notas apenas ligadas umas às outras que antecedem um curto solo de abertura. A menor faixa do álbum tem uma sonoridade bem interessante. Riffs se intercalam com solos. O tema de abertura aparece mais algumas vezes. Em suma, uma “pequena” bem notável em um álbum de grandes músicas.
Em contrapartida aos 3 minutos de “Downfall”, vêm a gigante “Checkmate” com seus 9 minutos de duração. De forma mais sucinta, a música possui riffs bem empolgantes, um refrão excepcional (impossível de não sair cantando), trechos mais melódicos, solos muito bem trabalhados (os melhores do álbum todo) e até partes com um quê épico. “Checkmate” é resultado de muito trabalho e certamente será ainda reconhecida como um dos clássicos da banda.
Beyond Inferno” conclui o álbum do jeito que começou: em ritmo acelerado. A introdução segue a linha da abertura de “Mortal Effect”, só que muito melhor desenvolvida. Silvano não está tão sozinho dessa vez. Na parte cantada, é feita uma jogada de pergunta e resposta entre o vocalista e os outros membros da banda. O solo explora uma sonoridade mais dissonante (e com muito sucesso). O refrão também é muito legal.
Time To Rise é o produto de uma banda que soube muito bem aproveitar o melhor de suas influências e transformar tudo isso em algo com muita personalidade. O álbum apresenta muito mais pancadaria do que melodia, mas não abre mão de nenhuma das duas coisas. É um belíssimo começo para a banda que, se depender da qualidade de suas músicas, tem um grandioso futuro pela frente. Não há mais o que se dizer. Simplesmente sensacional! Resta-nos apenas aguardar o sucessor de Time To Rise.

Tracklist:

Time to Rise
Soulless (S.O.T.D.)
Power & Misery
The Deep Null
Mortal Effect
Despise Your Pain
Downfall
Checkmate
Beyond Inferno




domingo, 30 de janeiro de 2011

Children Of Bodom - Something Wild (1997)


Os finlandeses do Children Of Bodom já anunciaram seu mais novo álbum, Relentless Reckless Forever, que tem data de lançamento prevista para março de 2011. Visto isso, tive a idéia de relembrar o primeiro disco da banda, Something Wild (1997), com o intuito de relembrar o inicio da carreira dessa banda que vem me impressionando a cada lançamento. A formação da banda na época desse play era praticamente idêntica a de hoje, mudando apenas o guitarrista, que na ocasião era Alexander Kuoppala, substituído em 2003 por Roope Latvala.
Deadnight Warrior abre o CD de forma atmosférica, sombria e deveras alucinada, com gritos que podem dar calafrios. O instrumental é primoroso, já demonstrando como esses finlandeses têm técnica apuradíssima. O vocal de Alexi é bem doentio neste disco, um gutural lembrando bem o Black metal norueguês, clara influência neste disco. No mais, curta esta veloz e diversificada música; uma das melhores do CD.
In The Shadows abre com um riff bem aos moldes do Black metal, incluindo blast beats e um teclado bem na cara. Uma música bem atmosférica e cheia de passagens em seus seis minutos. Sem dúvida bem diferente do que a banda adotaria em seus outros discos. A influência do Dimmu Borgir nessa música é muito clara, bem como de nomes como Malmsteen, principalmente no quesito solos de guitarra. Ótima dobra ao final da música, dando um tom de Bathory no seu período Viking metal.
Red Light In My Eyes, Pt. 1 retoma o estilo mais neoclassico, sem perder o tom sombrio que está presente neste disco. Nomes como Bathory voltam na cabeça, principalmente no inicio da música. Outra música diversificada, com diversos ótimos riffs e performance impar de todos os músicos.
Red Light In My Eyes, Pt. 2 tem um tom mais neoclassico que a parte um, a dobra do inicio demonstra isso com clareza. Na metade da música há um solo de teclado, bem assustador, lembrando aqueles filmes de terror da década de 40, realmente bem interessante. A dobra de teclado e guitarra é de saltar os ouvidos nesta música, algo que seria constante na banda.
Lake Bodom é sem dúvida a música que sobreviveu ao tempo deste álbum. Também, o que dizer desse clássico? Tudo que a banda iria utilizar está resumido nesta faixa, guardando algumas mudanças, principalmente na voz. Algo que me chama muita atenção nesta música, além claro da dobra inicial que é perfeita; é o refrão, este fica no seu ouvido por dias, algo que a banda utiliza muito atualmente, fazer refrões marcantes é realmente um diferencial no Death Metal Melódico desses caras. O solo vistuoso de Alexi já mostra o mais novo guitar hero que estava surgindo.
The Nail abre com um riff bombástico, na velocidade perfeita para muito headbanging. Outra música diversificada, com blast beats, solos e teclados na cara; nada de muito diferente de outras músicas do álbum, talvez só o refrão que é bem interessante. Ótima dobra de guitarra e teclado, sempre vistuoso e de bom gosto.
Touch Like Angel Of Death é outra música que já demonstra o que os fãs da banda ouviriam no futuro, dobras um tanto “alegres” de guitarra e teclado, diversas passagens um tanto progressivas com o teclado e refrão que fica na cabeça, além de passagens que remetem ao Hard Rock. Mesmo nesta faixa há a presença de blast beats e diversos tipos de guturais. Ao final da música há um longo solo de teclado, fechando o play.
A minha versão ainda conta com os covers de Silent Scream do Slayer e Don't Stop At The Top do Scorpions, músicas que não tem nada a ver com o resto do álbum, digo na sonoridade dele, de certo que um cover de alguma das bandas citadas acima seria mais apropriado, porém a banda sempre gosta de fazer surpresas e coisa inusitadas.
Tracklist:
1. Deadnight Warrior
2. In the Shadows
3. Red Light in My Eyes, Part 1
4. Red Light in My Eyes, Part 2
5. Lake Bodom
6. The Nail
7. Touch Like Angel of Death
8. Silent Scream (Slayer Cover) (Bonus Track)
9. Don t Stop at the Top (Scorpions Cover) (Bonus Track)




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Death Angel - Novo videoclipe


Hey bangers, a banda de thrash metal Death Angel lançou seu mais novo videoclipe da música River of Rapture do álbum Relentless Retribution (2010). Confiram:


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